segunda-feira, 20 de julho de 2009

Clubes mineiros dão exemplos na implantação do Departamento de Odontologia



Os dois principais clubes do futebol mineiro, Atlético e Cruzeiro, atentaram muito cedo para a importância do atendimento odontológico a seus atletas. O consultório do Atlético foi fundado no ano de1978. E o Cruzeiro também há muitos anos possui um centro médico que inclui um consultório odontológico. Ambos oferecem acompanhamento do dentista não só para os atletas profissionais, mas procuram cuidar das categorias de base, realizando o atendimento convencional, acrescido da educação para a saúde bucal e da prevenção, que visam garantir a formação de um atleta adulto saudável. O cirurgião-dentista Flávio Bruschi Ianni, atua no Cruzeiro Esporte Clube há 14 anos e considera que há o reconhecimento do clube com relação à área. “Os demais profissionais do Departamento Médico admitem a relevância da saúde bucal para o desempenho do atleta. À medida que foram vendo os benefícios que esse trabalho oferece ao atleta, e conseqüentemente ao clube, o Departamento Odontológico foi alcançando sua importância”. Mas observa que antes da presença de um dentista, o próprio médico tentava resolver o problema e se não conseguisse encaminhava ocaso para um consultório particular fora do clube. No Atlético, foi em 1997, com a entrada de Marcelo Lasmar, que o antigo consultório de atendimento convencional se tornou um departamento melhor estruturado e “mudou a visão para a Odontologia Desportiva, procurando atuar de forma integrada com a Medicina Esportiva”, como afirma o dentista.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Projeto obriga presença de dentista em eventos esportivos

A presença de um dentista em eventos esportivos pode se tornar obrigatória, caso seja aprovado o Projeto de Lei 5391/05, do deputado Gilmar Machado (PT-MG), em tramitação na Câmara. Segundo o autor da proposta, a medida tem como objetivo garantir a integridade física dos atletas, profissionais ou amadores. O profissional presente deverá ser especializado em odontologia esportiva.
O deputado argumenta que é comum a ocorrência de acidentes e traumatismos dentários durante a prática esportiva, que deveriam ser imediatamente tratados, sob pena de restarem seqüelas incontornáveis em um momento posterior. Para Machado, a saúde bucal dos atletas sempre foi negligenciada pelas entidades esportivas.
Se aprovada a proposta, a entidade que desrespeitar a regra será responsabilizada pelos danos à saúde do acidentado, causados em virtude da prática esportiva organizada por ela.
Tramitação:
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Turismo e Desporto; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A dança da vida

Às vezes perguntamos:
Porque tanta coisa acontece em nossas vidas?
Porque estamos andando, caminhando felizes...
E de repente levamos um tombo?
Tombo esse que às vezes nos trava,
Impossibilita por uns minutos ou horas,
A voltar a andar novamente?
É..... tem momentos que são extremamente difíceis!
Mas assim é a dança da vida!
Um dia rodando,
Noutro pulando,
Às vezes correndo,
Às vezes valsando!
Mas mesmo na hora da queda, temos que perceber,
Que faz parte da dança da vida!
No aprender dos passos às vezes caímos!
Mas não deixe que o tombo te faça parar!
A vida é bela!
A dança é linda!
E depois de vários tombos!
É que vem o equilíbrio,
É que vem a segurança!
Não deixe o tombo te fazer parar!!!
E faça sim do que poderia ser um horrível tombo,
Apenas mais um paço da tua dança!
A dança da vida!!!!

Como fala o antigo dito popular “Deus escreve certo por linhas tortas” e com certeza o que ele preparou para esse anjinho é um lugar muito bonito ao seu lado, pra quem fica o que mais atormenta é o aperto enorme no peito, mas como Deus sabe escrever corretamente por linhas tortas o nosso pai maior tem o dom de sempre nos mostrar o caminho. "Ela" com certeza foi alguém que passou por pouco tempo na terra, mas deixou um legado e um reconhecimento muito maior do que possamos enumerar. FICA COM DEUS!!!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

ODONTOLOGIA NO BRASIL - HISTÓRICO
Os indígenas acumularam através das gerações, o conhecimento dos efeitos das plantas medicinais nativas e das formas de intervenções nas moléstias. Praticavam a odontologia de forma empírica e suas técnicas cirúrgicas eram rudimentares (amputações de membros com cipó arrancavam os dentes com instrumentos de madeira ao primeiro indício de cárie ou dor). Com a colonização de Portugal, foram implantadas no Brasil as instituições que trouxeram para cá as práticas vigentes lá. Os dentistas trazidos para o Brasil eram barbeiros iletrados, e quem aprendia com eles eram filhos de homens brancos e pobres. Também houve barbeiros negros que se tornaram procurados inclusive pela classe alta, como Mestre Domingos. Normalmente o local de trabalho eram as barbearias onde se reuniam pessoas de condição social inferior, nas ruas ou em domicílio.
Com a reforma do regimento em 12 de dezembro de 1631 os barbeiros ou tiradentes que não possuíam licença para “tirar dentes”, poderiam ser presos e teriam que pagar multa de 2.000 réis. Essa licença especial era conferida pelo “cirurgião-mor Mestre Gil”. Nos exames de habilitação tinham que provar que durante dois anos “sangraram” e fizeram as demais atividades de barbeiro, e depois pagaram uma taxa. A palavra dentista foi citada pela primeira vez no Plano de Exames da Real Junta do Pronto-medicato, em 23 de maio de 1800, assinado pelo príncipe regente D. João IV, documento que estabeleceu que o aspirante a profissão dentaria deveria se submeter a uma avaliação de conhecimento parcial de anatomia, métodos operatórios e terapêuticos para estar legalizado, apto e pagar pesadas taxas.
A primeira carta (licença) de dentista no Brasil foi concedida ao português Pedro Martins de Moura, em 15 de fevereiro de 1811, e o primeiro brasileiro que recebeu o documento foi Sebástian Fernandez de Oliveira 23 de julho do mesmo ano. Em 1820, o cirurgião-mor concedeu ao francês doutor Eugênio Frederico Guertin a “carta” para exercer sua função no Rio de Janeiro. Ele foi o primeiro autor da obra de odontologia feita no Brasil, de acordo com os registros, em 1829, “Avisos Tendentes à Conservação dos Dentes e sua Substituição”.
Outros dentistas franceses vieram a seguir trazendo o que havia de melhor na odontologia mundial. As dentaduras eram constituídas de duas fileiras de dentes, esculpidas em marfim ou adaptadas em base metálica, e as arcadas ligadas por molas elásticas. No dia 30 de agosto de 1828, D. Pedro I suprime o cargo de cirurgião-mor, cujas funções passam a ser exercidas delas Câmaras Municipais e Justiças Ordinárias. A partir de 1840 começaram a chegar dentistas dos Estados Unidos que pouco a pouco suplantaram os colegas franceses. Luiz Burdell foi o primeiro, seguindo-se Clintin Van Tuyl, o primeiro a usar clorofórmio (em casos excepcionais) para anestesia, conforme cita em seu livro: “Guia dos Dentes Sãos” (1849).
Em 1850, em substituição a fiscalização exercida pela Câmara Municipal foi criada a Junta de Higiene Pública, que possibilitou à medicina uma enorme evolução, principalmente pelas medidas saneadoras. Em setembro de 1869 surgi a primeira revista odontológica, publicada por João Borges de Linz: “Arte Dentária”. Em 25 de outubro de 1884, foi criado oficialmente o curso de odontologia na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro e Bahia, através do decreto 9311. Esta data ficou marcada e passou a ser comemorada como “Dia do Cirurgião-Dentista”. Em 1900, início do século XX, Augusto Coelho e Souza – Pai da Odontologia Brasileira – publicou o “Manual Odontológico”, que muito contribuiu para consolidação da profissão como prática científica.
Enfim, isso tudo é apenas o início da história da nossa profissão que até hoje não parou de evoluir, e acredito, não terá mais limites.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Odontologia desportiva

O pequeno Ronaldo Luiz Nazário de Lima, quando tinha 15 anos, quase deixou de ser o famoso Ronaldinho, eleito o melhor jogador do mundo por duas vezes (1996/97) e campeão da Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, devido a um simples problema nos dentes. Quando começou a praticar o futebol, Ronaldo já batia um bolão, porém, era muito mole. O “projeto de atleta” não corria, era bastante desengonçado e possuía um condicionamento físico considerado muito ruim. O técnico do São Cristóvão chegou a pensar em cortá-lo da equipe. Mas para a sorte de Ronaldo e, é claro, para o mundo da bola, o time do subúrbio carioca possuía na comissão técnica um dentista com visão esportiva. Ao conhecer o garoto, logo ele pôde observar que o futuro craque da seleção tinha dois canais infecciosos, uma enorme falha ortodôntica, além de respirar pela boca.
Ao tratar o problema, o até então “preguiçoso” Ronaldinho passou a ter o mesmo desempenho físico dos outros jogadores e melhorou ainda mais o seu belo futebol. Saiba que um atleta que respira pela boca apresenta rendimento físico 21% menor, se comparado ao que respira pelo nariz. Já um canal aberto representa uma queda de 17% no condicionamento. Imagine então, quantos “Ronaldinhos” o esporte brasileiro pode estar perdendo, a cada ano, devido a problemas bucais? Quantas pessoas não devem estar conseguindo o seu melhor condicionamento físico devido a este problema?
Assim como o jogador, grande parte da população brasileira não leva a sério os cuidados com os dentes. Acreditam que aquela dorzinha de dente que tanto os atrapalha no dia a dia não seja grave. Mas mal sabem estas pessoas que uma cárie esquecida ou uma gengiva sangrando constantemente podem causar problemas no estômago, rins e intestino, levando a uma infecção e até à perda de um ou mais dentes, diminuindo assim, consideravelmente a resistência do organismo.
Futuro
A Odontologia Desportiva ainda engatinha no Brasil. A primeira comissão destes dentistas foi criada oficialmente somente neste ano. Até então, existiam poucos profissionais com visão esportiva no país, embora até na Copa de 58, os jogadores da Seleção tenham feito exames odontológicos antes da competição.
Geralmente os atletas, profissionais e amadores, são tratados de forma convencional, o que é um grande erro, porque o tratamento de um esportista, sobretudo daquele que compete, deve ser diferente de uma pessoa comum.
Em uma pessoa normal, por exemplo, podemos fazer uma restauração de metal, por ser mais resistente. Já num atleta isto não é recomendável. Como os desportistas sofrem muitos impactos durante a prática esportiva, esta restauração pode acabar fraturando algum dente. Por isso é necessário o uso de resina, que por ser mais frágil, jamais causará este problema. Para um atleta é melhor quebrar a restauração do que um dente, pois ela é mais fácil de trocar.
A grande diferença da odontologia desportiva para a convencional é que o profissional especialista em esporte conhece a cabeça do atleta. Muitas pessoas apresentam dores nas costas e o médico trata como problema muscular, sendo que a causa é odontológica. Neste caso, a pessoa não melhora e ele e o médico não entendem o por quê da não recuperação. Quando uma pessoa tem algum problema na boca ela leva até duas vezes mais tempo para se recuperar, pois o sistema de defesa do organismo ficará dividido entre a lesão da boca e a física.
Principais problemas de uma boca mal cuidada:
• Oclusão (encaixe dos dentes)
• Respiração bucal
• Infecções bucais (canais não tratados, problemas de gengiva e raízes residuais)
• Ausência dental (provoca dificuldades de mastigação e digestão)
• Se houver ausência de dentes em apenas um lado a pessoa vai aumentar o trabalho do outro, causando problemas de ATM.
• Conseqüência dos descuidados com a boca
• Perda de desempenho e, consequentemente, do rendimento
• Maior facilidade para ter lesões
• Dificuldade para recuperação de lesões (o sistema de defesa vai estar voltado, em grande parte dos problemas causados pela boca:
• Diminuição da capacidade aeróbica
• Estafa e fadiga precoce
• Não aproveitamento do alimento ingerido
A importância da Odontologia Desportiva no dia a dia
É necessária a avaliação de um cirurgião dentista com visão esportiva para o melhor rendimento do atleta. Nas academias brasileiras, 99,9% cometem este erro gravíssimo que afeta seus alunos, não solicitando avaliação odontológica ficando estes atletas com perda de rendimento físico. Na vida agitada que levamos, não tendo tempo para uma boa escovação, muitas vezes machucamos nossa gengiva, o que nos faz perder 10% do condicionamento físico. Muitas vezes, devido à má formação da arcada dentária, os dentes inferiores ficam mais inclinados para dentro do que o normal e acabamos respirando pela boca, o que nos faz perder 21% de rendimento. Estes e muitos outros problemas podem estar presentes na boca de muitos atletas amadores e simplesmente não sabem. De nada nos adianta termos um corpo bonito e “sarado” se não pudermos demonstrar nossa felicidade num simples e belo sorriso.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Implantes osseointegrados, isso é bom ou ruim?


0 que são implantes osseointegrados?
São uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica internacional. São, normalmente, parafusos de titânio introduzidos cirurgicamente nas áreas desdentadas e, sobre eles, são instalados dentes artificiais (prótese dentária).

0 que existe de mágico no titânio?
Nada. É um material usado em Ortopedia há muitas décadas. Simplesmente o titânio não sofre corrosão quando inserido no corpo humano e não apresenta fenômenos de rejeição imunológica.

Em que situações não deve ser colocado?
Apenas em 2 situações: em pacientes com determinados problemas de saúde de ordem geral e quando não houver espessura e altura óssea suficientes para acomodar os implantes.

E quanto à idade?
Não existe limite de idade: a partir da puberdade, qualquer pessoa pode receber implantes.

Se não tiver osso suficiente, existem maneiras de aumentar a quantidade de osso disponível?
Sim. Dever ficar muito bem claro que esses procedimentos são relativamente novos, ainda não suficientemente testados, e só devem ser empregados em casos absolutamente necessários, com total conhecimento de todos os riscos e custos por parte do paciente.

Quanto dura a cirurgia para instalar o implante?
Normalmente, entre 60 a 90 minutos. Somente em casos excepcionais esse tempo é dilatado.

Quais os riscos cirúrgicos?
Mínimos. A cirurgia é feita normalmente com anestesia local e é muito mais simples que outros procedimentos cirúrgicos odontológicos, como a extração de um dente incluso, por exemplo. 0 pós-operatório é muito bom e a maioria dos pacientes não relata qualquer incômodo maior.

A prótese é colocada imediatamente após a cirurgia?
Para os casos de próteses totais, elas são colocadas 3 ou 4 dias após a cirurgia e, em casos de próteses parciais, muitas vezes, não fica nenhum dia sem a prótese. Quase sempre são próteses provisórias, sendo substituídas depois de alguns poucos meses pelas definitivas.

A prótese fixada por implantes é melhor que as convencionais "ponte móvel" e "dentadura"?
A exemplo das próteses fixadas sobre os dentes, as fixadas sobre os implantes têm como maior vantagem não se soltarem durante a mastigação, propiciando maior conforto, segurança e eficiência.

Os resultados estéticos são bons?
Expectativa demasiada é comum mas, normalmente, é sucedida de uma certa parcela de frustração. Em muitos casos, a solução estética é apenas aceitável.
Todas as próteses fixadas ou não sobre os implantes não são como os dentes naturais. 0 melhor é pensar nas vantagens funcionais.

Quanto tempo dura um implante? Qual a chance de dar certo?
Pode-se afirmar que 95% dos casos, se os implantes não forem perdidos nos do primeiros anos de uso, durarão toda a vida. Estudos demonstram que implantes de boa procedência apresentam taxas de sucesso acima de 90% no maxilar superior e, 97%, no inferior.

Do que depende o sucesso do implante?
De vários fatores, mas o principal é a observância do protocolo (receita completa de como e quando se faz o implante). E necessário que o profissional seja meticuloso e treinado na técnica.

Porque é tão caro?
0 preço está em visível queda. Adiar a colocação do implante, por razões financeiras, é melhor do que colocar um sistema mais barato e não confiável.

sábado, 2 de maio de 2009


Após a instalação de qualquer aparelho, seja removível (Ortopedia Funcional) ou fixo (Ortodontia), o paciente deverá passar por um período de adaptação, que varia de acordo com o problema apresentado e com a idade do paciente. Neste período, que pode variar entre 2 a 7 dias, o paciente irá sentir um certa pressão sobre os dentes, o que irá acarretar em pequenas sensibilidades, devido às alterações celulares que ocorrem nas regiões subjacentes à raiz dental e no ligamento periodontal.
No caso de aparelhos fixos, o paciente deve tomar bastante cuidado com os alimentos grudentos, duros, refrigerantes e doces, tais como: amendoim, pipoca, pé de moleque, cenoura crua, azeitonas com caroço, morder balas e pirulitos. Estes alimentos se possível, devem ser evitados, sendo que: carnes com osso, frutas, pães e outros alimentos mais consistentes, devem ser cortados em pedaços pequenos antes de serem levados à boca para mastigação.
A higienização é fundamental para o paciente que está em tratamento ortodôntico, seja com aparelho móvel ou com aparelho fixo.


A higienização consta de:


1. Escovação – no mínimo 4 vezes ao dia, sendo: após o café da manhã, após o almoço, após o jantar e antes de dormir.

2. Fio dental – é muito importante o uso correto do fio dental pelo menos 3 vezes por semana.


3. Soluções para bochechos – existem vários tipos de colutórios (cepacol, sanifill, plax, etc.) e estes ajudam na redução da flora bacteriana da boca e facilitam a remoção da placa bacteriana.




Você deverá fazer o uso de escovas dentais extra-macias e sempre com as cerdas retas (quando as cerdas estiverem tortas, você deverá trocar de escova) fazendo movimentos circulares, ora na região do dente próxima à gengiva e ora na ponta dos dentes.

Para se utilizar o fio dental em pacientes com aparelhos fixos, são utilizados acessórios para facilitar este ato, chamados de passa fio. Este dispositivos são semelhantes a uma agulha de costura, em plástico maleável, e que deve ser usado passando o fio dental por entre o orifício de uma das pontas e depois passando por entre os dentes.
O que é ou pode ser um dentista!

Dentista não é Branco... é radiopaco
Dentista não é Negro... é radiolúcido
Dentista não entra... intrui
Dentista não sai... avulsiona
Dentista não tem atração... tem quimiotaxia
Dentista não morre... Necrosa
Dentista não vai pra frente...mesializa
Dentista não vai pra trás... distaliza
Dentista não chupa... faz sucção
Dentista não é dentuço... possui uma má oclusão de classe II
Dentista não é queixudo..possui uma má oclusão de classe III
Dentista não usa dentadura... usa uma PPR
Dentista não limpa... Faz Profilaxia
Dentista não Conserta.... Restaura
Dentista não manda sair... Dispensa
Dentista não presta atenção... analisa radiograficamente
Dentista não escova o dente... Remove a placa Bacteriana
Dentista não beija na boca.... troca Streptococcos Mutans
Dentista não prende.... anquilosa
Dentista não atrapalha... Impacta
Dentista não fecha.... ocluiDentista não nasce... Erupciona
Dentista não baba... tem hipersalivação
Dentista não mistura... Manipula
Dentista não Arranca.... Extrai
Dentista não corta.... Faz uma Incisão
Dentista não abre... faz retalho
Dentista não tem céu da boca. tem palato
Dentista não dá a receita.... Prescreve
Dentista não fica roxo... tem um hematoma
Dentista não bebe... é etilista social
Dentista não esvazia... drena
Casa de dentista não tem entrada.... tem embocadura
Dentista não faz lama... Faz Smear Layer
Dentista não tampa... obtura
Dentista não chega ao topo... chega ao ápice!!!

Mais ou menos por ai.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Estamos iniciando um trabalho inovador no municipio de Sombrio - SC.